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PLACEHOLDER — Arquitetura de um app que dura três anos

PLACEHOLDER — O que sobrevive não é a escolha de framework. É onde você colocou as fronteiras e o que aceitou não abstrair.

PLACEHOLDER — Código que dura tem menos camadas do que a internet recomenda e fronteiras mais nítidas do que a pressa permite.

PLACEHOLDER — Fronteiras onde a mudança acontece

PLACEHOLDER — Uma fronteira só se paga onde os dois lados mudam por motivos diferentes. Em qualquer outro lugar ela é indireção com nome bonito.

lib/repository.tsts
// a fronteira é o contrato, não a pastaexport interface PostRepository {  all(): Promise<Post[]>;  bySlug(slug: string): Promise<Post | null>;} // hoje: memória. amanhã: mdx, cms, banco.export const repository: PostRepository = memoryRepository;

PLACEHOLDER — Otimize para deletar

PLACEHOLDER — A métrica honesta de arquitetura é quanto tempo leva para remover uma feature inteira.
  • PLACEHOLDER — uma feature por pasta, incluindo seus testes
  • PLACEHOLDER — nada de util.ts genérico compartilhado por todos
  • PLACEHOLDER — dependências apontam para dentro, nunca para os lados